segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

15/01/2017 - Trilha da Costa da Lagoa - FLN/SC

 Trilha da Costa da Lagoa - FLN/SC

Fotos da Trilha FB

Como essa época do ano não tem muitas corridas oficiais na região aceitei o convite da D. Eni e da Juliana Larini para me juntar a essa turma e conhecer mais uma trilha aqui de Florianópolis. Essas oportunidades são legais, pois fazemos um treino não formal, sem grandes compromissos, e com amigos que já tem um conhecimento do local, para orientar e ajudar a guiar.

O horário combinado foi bem cedinho, às 7:30 de domingo. Fomos daqui da região de São José, eu a Aninha, o Enio e a D. Ivone. Saímos 6:50 do continente e o trânsito estava bem tranquilo. Quando chegamos já havia uma certa movimentação e boa parte do grupo deixou o carro no estacionamento, bem próximo do início da trilha. Preço R$ 20. Vaga na rua já era impossível.



Aos poucos foram chegando mais e mais gente e fotos não faltaram. Pela minha contagem rápida foram cerca de 50 pessoas. O detalhe é que enquanto aguardávamos o início as picadas de insetos não paravam e o uso do repelente foi indispensável. Item de primeira necessidade.

Às 8 horas em ponto partimos. O grande grupo só esteve junto para a foto oficial, depois cada grupinho seguiu determinando um ritmo. Alguns foram pra fazer um treino forte, outros aproveitaram pra trotar e curtir a natureza, e outros, como eu, praticamente só caminharam pelo percurso. A foto a seguir marca o início da trilha.



Em alguns pontos tínhamos que seguir em fila única, com trilhas mais estreitas. Muitos trechos também com pedras, principalmente na parte inicial. 


O tempo estava bom, quente e com sol. Uma coisa que me chamou a atenção é que apesar dela ser bem aberta e com caminhos bem definidos, por muitas passagens a vegetação mais alta nos protegia de uma maior exposição ao sol. Isso facilitou bastante.


Hidratação é importante levar sempre, principalmente em dias quentes onde a sede é maior. Achei interessante que mais para o fim da trilha encontramos até um ponto de venda de bebidas com estrutura, no meio do nada. Acredito que deva funcionar somente durante a temporada.



Com trechos de chão batido e trilhas mais largas o nosso grupinho seguia animado e observando de pertinho a vegetação nativa. A Aninha fez um belo trabalho de registrar a flora presente no percurso. Quem quiser conferir esno álbum, "Flores da Trilha da Costa da Lagoa".


De vez em quando eu até arriscava a dar um trotezinho. Em alguns pontos era bem convidativo. Aliás, a trilha é bem tranquila para a prática de corrida, sem grandes complicações de acesso às passagens.

 
No trecho final já é possível encontrar mais casas ao arredores e uma melhor infraestrutura. Tem vários moradores por lá, onde o acesso se dá pela trilha ou por barcos. Parece ser um local bem tranquilo para se viver, mas eu ainda prefiro a civilização.


A melhor parte da trilha e a mais esperada foi a chegada a cachoeira, já no finalzinho. Bastante suado e um pouco cansado o banho nas águas foi super refrescante. O pessoal que chegou bem antes já tinha entrado, saído, se trocado, e já estavam lanchando. O nosso grupo foi o último a chegar. Valeu a pena a recompensa. Local muito bonito e que ajudou a dar uma revigorada.


Um item que não levei e senti falta foram os chinelos. Na saída dessa piscina natural sofri pra caminhar no meio das pedrinhas. Da próxima vez não esqueço.

Pelos registros do garmin levamos pouco mais de 2 horas para percorrer os 5,78 Km. O pessoal que seguiu mais a frente em ritmo mais forte fez esse mesmo percurso em aproximadamente 50 minutos, correndo.


Depois de um bom banho nas águas da cachoeira bateu aquela fome. E se acentuou quando vi um outro grupo de turistas fazendo um churrasquinho por ali mesmo. Nos apressamos então para achar um local para comer e um pouco mais a frente começaram a aparecer mais casas e os primeiros restaurantes e comércio. Era o final da trilha.

O grupo estava com fome e acabaram se dividindo pelos restaurantes. Alguns comeram no Paraíso da Neia, que tinha um preço um pouco maior (aproximadamente R$ 42 por pessoa por uma sequência), com excelente localização e instalações. A outra metade do grupo acabou optando por comer no Bar do Chico, o primeiro restaurante que havíamos visto na saída da trilha. Mais simples, mas com o preço bem convidativo. Por R$ 15,00 o prato acompanhava com arroz, um delicioso feijão, fritas, salada, e peixe ou frango. Como éramos em quase 20 ele ainda fez R$ 13 por pessoa. Escolha acertada com direito a comer até não conseguir mais, e também ao serviço de Wi-Fi disponível, para nossa surpresa.


Depois da comilança, uma relaxada e hora de voltar. Mas quem disse que voltaríamos pela trilha ? Alguns até encararam novamente, mas como tínhamos a opção de retornar por barco, a maioria não teve dúvidas. Por R$ 10 por pessoa fizemos um belo passeio de quase 30 minutos podendo ver a Costa da Lagoa pelo lado do mar. Deu até pra dar uma cochiladinha. Os barquinhos tem pontos com horários de passagem pré-determinado (por hora).


O nosso barquinho de translado até o ponto de partida foi praticamente fretado pela D. Eni. E o grupo voltou bem confortável podendo admirar bem a vista da Costa da Lagoa e o mar. Excelente escolha novamente.



O barquinho nos deixou exatamente no ponto de onde partimos pela trilha e em frente ao estacionamento. Foi um dia muito proveitoso e com uma trilha que me agradou bastante. Vale a pena repetir.


Percurso da Trilha da Costa da Lagoa


Local: Costa da Lagoa - FLN/SC
Data: 15/01/2017
Horário: 07:30 Hs
Distância: 5,78 Km

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

17/01/2017 - Ranking Brasileiro de Maratonistas 2016



Em 2016 fiz somente uma maratona, a Sao Paulo City Marathon. Foi a escolhida por ser nova, com expectativa de oferecer uma excelente estrutura e ainda ser realizada na cidade em que vivi boa parte da minha vida. Apesar de saber que ela não seria tão favorável para se buscar tempo de prova apostei todas as fichas na minha única tentativa de continuar no ranking de maratonistas CR. As maratonas de POA e de Curitiba coincidiram com as meias maratonas em Florianópolis e eu optei pelas locais. Não tivemos maratona oficial em Santa Catarina em 2016.

Acho bem interessante a ideia desse ranking, pois torna-se mais um fator motivacional para os atletas continuarem treinando e se esforçando em busca de um objetivo. Para entrar no ranking além completar a maratona é preciso chegar abaixo do tempo-limite estabelecido para cada faixa etária.

Quais são os tempos limites para ingressar no ranking de maratonista CR ?


Fonte: Revista Contra-Relógio - Edição Jan/2017

Quais as maratonas oficiais previstas para 2017 válidas para o Ranking da CR ?


A tabela a seguir apresenta a quantidade de atletas que entraram no ranking versus os concluintes. Por ela dá pra se ter uma ideia da dificuldade de cada prova. Claramente a maratona de Porto Alegre é a que mais favorece a entrada no ranking, principalmente por ser plana e geralmente com temperaturas baixas:




Além de poderem receber o Diploma de Maratonista 2016 (impresso), os assinantes da revista que obtiveram resultado em  alguma das maratonas oficiais abaixo do tempo-limite podem encontrar também o seu nome registrado na Edição de Janeiro da Revista Contra-Relógio, na listagem por faixa etária do Ranking Brasileiro de Maratonistas CR. O meu está lá, posição 472 !!!



Em 2017 as tentativas de melhorar a posição no ranking devem ser nas maratonas de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

10/01/2017 - Comparativos e retrospectiva 2016


Comparativos e Retrospectiva 2016

Finalizei o 8º ano de corridas com muita saúde e algumas conquistas surpreendentes na Minha Vida de Corredor. Quando comecei o ano de 2016 não tinha grandes expectativas para baixar os recordes pessoais, somente na maratona (42 Km), o que acabou não acontecendo. Em 2016 só fiz a Asics Marathon City São Paulo.

No início do ano (Fev/2016) tive a maior e uma das mais felizes experiências nesse esporte, conquistei a minha primeira (deve ser a única) vitória em uma corrida. Foi na distância de 5 Km na Corrida da Ponta do Papagaio, em Palhoça. Tive a oportunidade de uma vez na vida ser campeão em uma prova, subir no lugar mais alto do pódio e com direito a estourar uma garrafa de champagne. Um dos meus momentos mais emocionantes.

Estranhamente foram em provas de trilhas, que não é muito a minha especialidade e preferência, que me trouxeram os melhores resultados em 2016:
- K21 Costa da Serra, em Rancho Queimado - 2º categoria (40-49 anos)
- 21K Trilha das Bruxas, em São Pedro de Alcântara - 3º categoria (40-49 anos)
- Garopaba Amazing Runs, em Garopaba - 5º colocado geral 

No segundo semestre, já sem muitas esperanças de melhorar o tempo em meias maratonas, aconteceram as grandes surpresas. Recorde pessoal na Meia Maratona de Pomerode, e em seguida novamente na Meia maratona Internacional de Florianópolis. Esse ano não estava tão preparado fisicamente quanto aos dois anos anteriores, mas corri mais consciente.

Durante o ano fiz mais atividades físicas com duração menor e menos intensas. Acredito que por me preparar somente para uma maratona. Não fiz outras por coincidirem com datas de meias maratonas que queria fazer também. Consequentemente, o total de Km percorridos diminuiu um pouco.

Fiz menos provas, 35 corridas para ser mais exato, e consegui gastar menos com inscrições em relação aos últimos 3 anos, totalizando R$ 1.900,03. Isso dá uma média de R$ 54 por evento. Programação com confirmação no primeiro lote ajuda bastante. Foram também menos maratonas e meias maratonas em relação ao ano de 2015, sendo praticamente a metade.

Perdi muitas calorias correndo nesse ano que passou. Foram 182.688 calorias, mas nem assim consegui ficar no peso do ano anterior. Em 2017 quero estabilizar o peso na casa dos 70 Kg.

Também comemorei algumas marcas digitais interessantes com mais de 100.000 visualizações do blog Minha Vida de Corredor. E mais de 850 seguidores na página do https://www.facebook.com/eduhanada/. Além disso, tive o prazer de  conhece e encontrar muitos deles pessoalmente também.
 
Pra finalizar, um dos motivos da redução no número de provas, foi a programação para que a minha 300ª prova fosse no último dia do ano, na 92ª Corrida Internacional de São Silvestre !!!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

31/12/2016 - 92ª Corrida Internacional de São Silvestre 2016

(Foto: Foco Radical)
92ª Corrida Internacional de São Silvestre 2016

Esse ano a São Silvestre teve um sabor todo especial para mim, completei a 300ª corrida na minha vida de corredor nesses últimos 8 anos dedicados ao esporte. Tudo começou em abril de 2009, na prova de 10 Km da Maratona Internacional de Santa Catarina e de lá pra cá não parei mais. Só me atentei para essa marca no 3º trimestre de 2016, e a partir daí comecei a administrar a quantidade de provas para que a São Silvestre fosse a última do ano e completasse assim as 300 corridas.

Garanti a compra da passagens aéreas com preço bom para Guarulhos/SP já no mês de maio. Não deu nem R$ 200 ida e volta. Depois as passagens dispararam de preço. Mas, às vésperas da prova, abaixaram novamente com preços a partir de R$ 88 cada trecho. O problema é o risco disso não acontecer.

Deixei Florianópolis rumo a São Paulo no dia 30/12 e fui direto encontrar a Aninha para retirar o kit no Ibirapuera. Era o último dia, e diferentemente das outras edições, peguei uma fila de dobrar o quarteirão. Foram mais de 1h30min de espera, com direito a um sol do meio dia de rachar. Pior que para aqueles que vem de fora não tem jeito, só se chegar antes. Também retirei o kit de uma outra atleta que não pôde ir e eles foram bastante rigorosos quanto a procuração e cópia de documentos.

Do lado de fora muitos ambulantes vendendo mercadorias alusivas a São Silvestre. Após conseguirmos entrar no ginásio havia também a Expo com vários produtos e serviços oferecidos aos atletas. O complicado é que estava muito quente e apertado para a quantidade de pessoas. Particularmente eu só consegui fazer a personalização da camiseta por R$ 15 (12 letras) e renovar a assinatura da Revista Contra-Relógio. Não estava mais com disposição de ver outras coisas. Depois o restante do dia foi pra descansar.

Ficamos no hotel Blue Tree Premium, na rua Peixoto Gomide, a poucos metros da largada, logo atrás do MASP. Bem melhor para o dia da prova, pois não precisamos acordar tão cedo e nem se locomover tanto. Dava até pra ver o movimento na Av. Paulista da janela. Além disso, foi possível alinhar para a largada mais cedo. Faltando uma hora já estávamos posicionados a uns 100 metros do portal, e sem possibilidades de avançar mais. Restava só esperar. O bom é que o tempo passa rápido com a animação do pessoal em volta.

A largada foi pontual às 9 horas. Muito tarde para uma prova de rua em asfalto, principalmente nesse época de calor intenso. Como o limite de chegada são 3 horas, muitos atletas sofreram com o sol do meio-dia e ainda tendo que encarar os 2 Km de subida da Av. Brigadeiro no final. 

Na largada estávamos eu e a Aninha. Conseguimos chegar no meio do setor verde, logo depois da elite. Não encontramos muitos conhecidos, pois já estava praticamente tudo tomado. De Santa Catarina só vi o Dalto e o amigo Josimar que estavam pertinho. 


Minha meta era tentar melhorar o tempo do ano passado e concluir abaixo de 1h15min. Já larguei meio atrapalhado no meio daquela muvuca toda. Dessa vez consegui passar pelo portal com cerca de 1min40s após o anúncio da largada. A animação lá na frente era total e por onde apareciam câmeras de TV a concentração de atletas fechava em cima delas. 

Cometi uma grande falha ao me preocupar em fazer um vídeo ao vivo para o Facebook na hora que saímos. Esqueci dar um "refresh" no Garmin e ele dormiu. Descobri isso a poucos metros de passar pelo portal. E quem disse que ele queria localizar o satélite novamente. Cheguei a parar pra ele localizar o satélite, mas nada. Nesse meio tempo encontrei o Pertino também que passou por mim. Como estava correndo o risco de ser atropelado pelo pessoal que vinha atrás acabei optando em seguir sem iniciar o Garmin mesmo.

Fui em busca de tentar me recuperar na prova. Passado uns 2 minutos o Garmin finalmente localizou o satélite e pude acioná-lo, já na entrada da Av. Dr. Arnaldo. Acho que tinha percorrido cerca de 300 metros. Mesmo largando mais a frente esse início é muito congestionado ainda, devido a grande quantidade de atletas. O destaque inicial ficou com a passagem por baixo do viaduto ao sair da Av. Paulista. Altas vibrações e energias emanadas do público e dos atletas ao redor.

Viramos em seguida na rua Major Natanael para acessar a lateral do estádio do Pacaembú e em seguida entramos pela Av. Pacaembú. A partir daí as avenidas se alargam e fica mais fácil para correr sem ter que desviar tanto. Parte boa da prova que ainda é praticamente só descida. Na Av. Pacaembu a disputa já era por um lugar a sombra. Na medida do possível eu tentava seguir por ela, mas não foi só eu que tive a mesma ideia.

Me sentia bem na prova, acho que por causa das descidas que facilitaram esse início. Isso durou até o fim do 5º Km. Depois começamos a pegar longos trechos totalmente abertos com o sol incidindo diretamente. Começaram também os trechos com mais subidas. Aos poucos senti meu organismo ir cedendo. Apesar da sensação de esforço parecer estar ao máximo, com o meu coração super acelerado, o rendimento não estava o mesmo. Tive que reduzir o ritmo a partir do 6º Km, e consequentemente já descartava a possibilidade de melhorar o meu tempo do ano passado.

Comecei a intercalar alguns momentos de caminhada para ver se conseguia uma certa regularidade na respiração enquanto corria, mas a variação de altimetria não deixava isso acontecer e a partir de então tive uma corrida bastante sofrida. Os paces não voltariam mais a ficar abaixo de 5 min/Km, e eu não estava fazendo corpo mole. Pelo contrário, a sensação era de estar fazendo muito mais força. Deve ter sido um pouco a ação do forte calor.

Durante o percurso contei 4 postos de hidratação com copos de água. O primeiro foi o único que peguei somente um copo. Nos outros foram 2 copos pra dar conta do calor e da desidratação. Também já estava até caminhando para conseguir beber e me hidratar melhor. Não quis tomar gel de carboidrato e nem levei. Esperava encontrar um posto de isotônico, mas esse ano não teve. Somente água mesmo.

O percurso mudou em alguns trechos, passando por ruas menos estreitas e com menos quebradas. Isso evitou um pouco o grande afunilamento que acontecia em alguns pontos, principalmente próximo ao Memorial da América Latina, na altura do Km 4. Outra alteração foi perto da Praça da República, na altura do Km 10.

Notei que o acesso a Av. Brigadeiro foi diferente e chegávamos por uma rua lateral. A minha subida pela Av. Brigadeiro, já sem muita força, foi com pelo menos umas 3 caminhadas curtas. Em uma delas deu pra encontrar rapidamente a minha mãe que estava lá assistindo e torcendo. O alívio só veio quando avistei a Av. Paulista. A partir daí eram cerca de 250 metros até a linha de chegada. Esse é o momento mais emocionante da prova com o público dos dois lados da rua dando aquele apoio final a todos os atletas.

Cruzei a linha de chegada muito cansado, suado e desidratado, mas com aquela incrível sensação de dever cumprido. Enquanto caminhava pela área de dispersão encontrei alguns amigos, Márcio Kobayashi, Fernando, Carlos, e o Fausto com o filho Gabriel, que chegaram próximos.

Só consegui chegar aos tanques com os copos de água alguns minutos depois. Foram pelo menos 6 copos tomados quase em seguida. Era muita sede naquela hora. Fiquei sabendo posteriormente que vários atletas que vieram mais pro final, após umas 2 horas de prova, já estavam sem água durante o percurso. Muito complicado essa situação ainda mais com o calor que fazia.

Fui retirar a minha medalha, uma das mais bonitas que recebi até hoje. Realmente capricharam no designer desse ano. O controle na entrega estava bem rigoroso e era necessário entregar um ticket que vinha em anexo ao número de peito. Presenciei de longe até uma perseguição dentro da arena de chegada. Era alguém fugindo dos seguranças, provavelmente por algum furto. Não quero acreditar que tivesse sido por um ticket para retirar a medalha !!!

Depois voltei para buscar a minha mãe que estava na Av. Brigadeiro e ver se conseguia achar a Aninha e acompanhá-la até a chegada. Porém, os acessos até lá estavam extremamente lotados e não consegui chegar a tempo. A Aninha estava estreando na São Silvestre e também completava a sua 50ª corrida. Foi dupla a comemoração também.

Apesar de não ter conseguido o meu objetivo de tempo (sub 1h15min) estava muito feliz por ter completado com saúde a minha 7ª São Silvestre e comemorado a minha 300ª corrida. Contente também por estar entre amigos nesse ambiente alegre e festivo, e principalmente pela companhia da minha mãe e da Aninha, fechando com sucesso assim o calendário de corridas 2016.

Dia 31 de Dezembro de 2017 já está agendado. Estaremos lá novamente !!!

Comparativo do percurso e temperatura 2015-2016
Percurso da São Silvestre 2015
Percurso da São Silvestre 2016

Kit da prova (menos o número de peito da 300ª corrida)
Aguardando na fila do lado de fora ainda do ginásio (mais de 1h30min de fila)
 Jantar pré-prova no Shopping Cidade de São Paulo na Av. Paulista
Ponto de onde conseguimos largar. No meio do setor verde.
Aninha só na expectativa da largada
O fundo não ajudou muito, mas... 
(Foto: Foco Radical)
 Aninha na maior festa fazendo a sua 50ª corrida
(Foto: Foco Radical)
Subindo a Av. Brigadeiro com a minha mãe 
(Foto: Foco Radical)
Chegada na Av. Paulista. (ao fundo do lado direito o desvio para os pipocas)
Já com a medalha na subida da Av. Brigadeiro.
Medalha da 92ª Corrida Internacional de São Silvestre 2016
Comemorando a 300ª corrida com meus pais

Local: Av. Paulista - São Paulo/SP
Data: 31/12/2016
Horário: 09:00 Hs 
Distância: 15 Km (15,17 Km - só consegui acionar o Garmin após uns 300 metros percorridos)

Inscrição: R$ 160,00
Kit: Sacola, 
camiseta, amostra de cânfora em gel, pacote de café 250g, sachê de carbogel, garrafinha de água de côco, pacote de snakes de arroz com algas, número do peito e chip descartável.  

Tempo: 1h22min26s
Pace: 5:19 min/Km

Colocação: 301 de 2.109 (45-49 anos)
Colocação: 2.167 de 16.265 (masculino)
Colocação: 2.309 de 23.506 (geral)